Todos os vídeos são de classificação etária livre, e podem ser vistos pelo canal 211, da DirecTV; Canal 3, da Sky; e Canal 10, da TecSat. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro serão exibidos pelo Canal 92, da NET Digital. Em outras cidades consulte www.sesctv.org.br.
Confira a grade de programação e as sinopses dos documentários:
12h30 – A série “Museus Brasileiros” apresenta Museu Villa-Lobos e Museu do Índio. O primeiro preserva uma série de materiais sobre a trajetória do compositor e maestro Heitor Villa-Lobos e que introduziu os sons dos índios brasileiros em várias de suas composições. Já o Museu do Índio utiliza recursos tecnológicos, iluminação sofisticada, cenários especialmente projetados, além de vídeo e áudio. Os dois museus situam-se no Rio de Janeiro. Co-produção com a produtora Maria TV. Direção:
Maria Luiza e Décio Lopes. Reprisados às 18h30.
16h30 – DOCTV – Brasil Imaginário apresenta Mbya Guarani – guerreiros da liberdade. O documentário discorre a história dos índios Guaranis Mbya, de Santa Catarina. Com depoimentos em sua própria língua, os Guaranis lembram o contato com o homem branco e falam sobre as diferenças em referência a outras nações indígenas. Direção: Charles Cesconetto.
17h30 – Dança Kuarup. O Ballet Stagium interpreta a coreografia Kuarup, abordando questões dos índios,
incluindo a dizimação. O programa inclui a coreografia Batucada, destacando a cultura popular. Ambas foram produzidas nos anos 70. Direção: Antonio Carlos Rebesco (Pipoca).
19h00 – Curipi. O documentário mostra a importância dos índios Karipuna, Galibi-Marworno, Palikur e Galibi do Oiapoque, habitantes da bacia dos rios Uaçá e Oiapoque, extremo norte do Amapá, para a população das cidades vizinhas. Direção: Francisco Simões Paes. Produzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP - Universidade de São Paulo.
19h30 – Ritual da Vida. O ciclo funeral dos Bororo, do Mato Grosso, retrata a vida e a morte nas concepções desse povo. Direção: Edgar Teodoro da Cunha. Produzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP - Universidade de São Paulo.
20h00 – Wauja – a dança das grandes máscaras amazônicas. A produção acompanha 17 índios Wauja do Alto Xingu, em julho de 2005, em apresentações de rituais na França. O documentário mostra como adaptar seqüências de ritmos, apoiadas por músicas de flautas, coros, solos e danças de máscaras. Direção: Aristóteles Barcelos Neto. Produzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP - Universidade de São Paulo.
20h30 – Apapaatai – Para os xamânicos, os apapaatai são espíritos causadores de doenças e raptores de almas humanas. O documentário relata como os índios Wauja do Alto do Xingu vêem esses espíritos, que podem curar e proteger quando festejados em rituais de máscaras, flautas e clarinetes. Direção: Aristóteles Barcelos Neto. Produzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP - Universidade de São Paulo.
21h00 – Maybury-Lewis: trajetória de vida no Brasil central.
Permeado por cenas dos índios Xavantes, o programa exibe entrevista com David Maybury-Lewis, antropólogo e pesquisador desses índios. Direção:
Francisco Simões Paes. Produzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP - Universidade de São Paulo.
21h30 – O Arco e a Lira. O documentário fala sobre o iridinam, arquinho de boca feminino, tocado exclusivamente pelas mulheres da aldeia dos índios Gavião Ikolem. Direção: Priscilla Ermel. Produzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP - Universidade de São Paulo.
23h00 – Do São Francisco ao Pinheiros. A produção discorre a história dos índios Pankararu, originários da aldeia Brejo dos Padres, próxima às margens do Rio São Francisco, no sertão Pernambucano. Direção:
Paula Morgado e João Cláudio de Sena. Produzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP - Universidade de São Paulo.